Kel Smith defende que os gráficos 3D e controles de interface complexa, característicos dos mundos virtuais e da realidade aumentada servem como benefício social e terapêutico a pessoas com diferentes tipos de incapacidade.

Os desenvolvimentos tecnológicos em prol da acessibilidade como os dispositivos de “input” táctil para cegos assim como o uso do Avatar como conselheiro e por este ser também personalizável  permite  os utilizadores transcendem os desafios fisiológicos ou cognitivos que encontram no seu quotidiano e que os torna incapazes e dependentes.

Kel Smith-The Use of Virtual Worlds Among People with Disablilities from Interaction Design Association on Vimeo.